Cidades de Papel


 Um livro sobre auto conhecimento, aventuras e amor. Um livro que você já acha que conhece, até perceber que não fazia ideia do que estava por vir.
     Como sempre John Green cria uma história intrigante que te cativa.
  
     Questões sobre amizade, amor e a busca de si mesmo, mas relatado de um jeito nada clichê. Um livro que te faz refletir a respeito de "espelhos e janelas", como você enxerga o outro e a si mesmo. As vezes quando ficamos decepcionados com alguém por uma atitude que não aprovamos, é porque criamos expectativas de como essas pessoas sejam com base em nós mesmo.
     Só que você é você e eles são eles.
     Quando acha que conheci alguém, sempre há uma surpresa, só passamos a conhecer verdadeiramente alguém quando as rachaduras no navio começam a aparecer e estamos por um fio.
     Uma cidade de papel, com pessoas de papel, frágeis e dobráveis.
     Um livro muito reflexivo, uma busca pela cidade a procura de alguém, de respostas, de um ponto final, ou, apenas de um começo.
        Enfim, amei e recomendo!!!
OBS1: Depois que terminei de ler me veio duas músicas em mente: "Augustana - Boston e The Script - If You Ever Came Back".
OBS2: O LIVRO VAI VIRAR FILME!
Personagens:
Margo - A que todos achavam gostosa, superficial e aventureira.
Quentin - Nerd, quieto, com sonhos e planos.
Ben - O moleque da turma.
Sobre o Radar só digo uma coisa: " PAPAIS NOÉIS NEGROS"
 " ... estávamos apenas observando a ideia que fazíamos um do outro, tipo olhando para sua persiana sem nunca enxergar o quarto lá dentro. Mas, uma vez que o navio racha, a luz consegue entrar. E a luz consegue sair."
 " Só tenha em mente que às vezes o jeito como a gente pensa em alguém não é exatamente o jeito como essa pessoa é."" É tão fácil esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma delas é imaginável e sistematicamente mal interpretada."
"Antes de fazer sentido, as coisas precisam ser ouvidas."
-T

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