Só a gente sabe o que sente ☕


⭐⭐⭐

Sinopse: Em seu terceiro livro, Frederico Elboni propõe ao leitor explorar seus sentimentos mais profundos, falando sobre temas que muitas pessoas não entenderiam. Saudade de pessoas que já se foram, amores perdidos, dilemas da vida adulta, todos esses temas viram crônicas nas mãos do jovem autor de 'Um sorriso ou dois' e 'Meu universo particular'.

Confia em mim? ☕


⭐⭐⭐

Sinopse: Clara é uma mulher jovem e muito insegura. Por este motivo usa o trabalho como escudo que a protege de correr riscos e se ferir. 
Em uma noite de comemoração com suas amigas do peito ela conhece Dante que, no primeiro olhar, se encanta com a menina feliz de vestido azul, carinhosamente apelidada por ele de Blue Rose.
Clara é apresentada a um Dante de mil faces. O empresário, o menino e... a fera.
Esta paixão ganha rumos avassaladores, trazendo a vida de Clara novas experiências nunca antes sentidas. Mas o homem de negócios, empresário bem-sucedido carrega consigo uma grande tristeza. Dante vive a sombra de seu passado e acredita ser incapaz de dar ou receber amor. Ele criou seu próprio cárcere privado e esconde-se por detrás de sua armadura de gelo afastando toda a chance de se envolver emocionalmente. O Iceman, como Clara o chama, sempre foi um Dom Juan nato, um canalha autêntico e acreditava que amor era uma mera invenção industrial. Nunca acreditou que duas pessoas pudessem verdadeiramente se amar e vivia para o prazer, até que uma “pequena” entra em sua vida e promove uma verdadeira revolução. O homem de uma noite só, aprende que é possível amar e ser amado. Só basta saber se Clara será capaz de descer ao inferno para trazer seu amor a luz ou se perderá nos olhos da fera.
Pronta para embarcar nessa prazerosa história?
“Ótimo!”

Felicidade Clandestina ☕


⭐⭐⭐⭐⭐

Sinopse: Desde o início, Clarice Lispector recusou a escravidão dos gêneros. Escrevia por fragmentos que depois montava. Escrevia aos arrancos, transcrevendo um ditado interior. As estruturas clássicas não faziam parte desse ditado. Seu olhar passava por cima das regras, quase voraz em sua busca da essência. Este livro bem o demonstra. É composto por contos escritos em épocas diversas da vida de Clarice. E por não-contos. Muitos deles - como Felicidade clandestina, que dá título ao livro - foram publicados no Caderno B do Jornal do Brasil. Como crônicas. Que também não eram crônicas. Convidada em 1967 para escrever semanalmente no JB, Clarice deparou-se com um fazer literário novo. Intimidade a princípio, logo negou os padrões vigentes: "Vamos falar a verdade: isto aqui não é crônica coisa nenhuma. Isto é apenas. Não entra em gêneros. Gêneros não me interessam mais". E "isto" era a mais pura e rica literatura. Nos contos/crônicas/textos - que eu, como subeditora do Caderno recebia semananlmente, datilografados em um envelope de papel pardo, com a recomendação, sempre repetida, de não perdê-los pois eram originais sem cópia - Clarice se expunha em recordações familiares e de infância. Sua irmã Tânia ainda se lembra da menina, filha de livreiro, que encontramos em Felicidade clandestina, atormentando Clarice por conta do empréstimo de um livro. O professor de Desastres de Sofia realmente percebeu o tesouro que Clarice menina escondia. E Come menino é um claro diálogo entre a autora e seu filho. Nada diferencia esses contos, escritos para serem crônicas, de outros contos que aqui estão, escritos para serem contos e publicados anteriormente no livro A legião estrangeira. Pois a força de Clarice não nos chega através das estruturas. Seus textos podem ser desmontados, desfeitos em pedaços - até mesmo diferentes dos fragmentos originais - sem que se perca sua intensidade. Cada palavra ou frase dessa escritora sem igual origina-se em camadas tão fundas do ser, que traz consigo, mais do que um testemunho, a própria voltagem da vida. (Marina Colasanti - jornalista e escritora)

Tartarugas até lá embaixo ☕


⭐⭐⭐⭐⭐

Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Lidos 2017 ☕


Esses foram os livros que li esse ano! 19 no total!